Director: Cónego Dr. Manuel Joaquim Gaeda Pinto

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Luz e Vida-Sexta-Feira,23 de Julho de 2010

Pai nosso...

Jesus pede-nos que rezemos sem cessar. O seu convite é claro, mas muito exigente. O receio de nos exprimirmos com falta de jeito impede a nossa expontaneidade; o medo de faltarmos ao respeito torna-nos, por vezes, mudos; as orações que parecem não atendíveis fazem-nos baixar os braços. e contudo...


Para preservar Sodoma da destruição, Abraão “regateia” com Deus. E Deus ouve-o. Para convencer os seus discípulos a rezarem com audácia, Jesus dá o exemplo daquele homem que incomoda o amigo, de noite. O pedido de Abraão e o do amigo importuno são motivados pelo amor do próximo e não pelo conforto pessoal. Pedem “coisas boas”, como Jesus prescreve. Mas como reconhecer as “coisas boas”?
Na escola do Mestre, os discípulos a prendem o Pai Nosso. Detenhamo-nos um pouco a meditar cada pedido. Aspiremos à vinda do reino de Deus. Com alegria, desejemos que se faça a sua vontade. Invoquemos a sua misericórdia e perdoemos sem demora. Na tentação, imploremos ao Pai, com confiança...
Peçamos estas “coisas boas” não apenas para nós mas também para os outros. A nossa súplica, muitas vezes reduzida a intenções pessoais, alargar-se-á às dimensões do universo.
Quando pensamos que não somos ouvidos, conservemos a esperança. Se o Senhor nos submete à provação, afirma Santo Agostinho, “devemos ao seu amor não pensar que Ele nos abandona”. Por ventura faz-nos esperar bens maiores. Para discernir, na provação, uma ocasião de crescimento, o Espírito Santo é-nos oferecido constantemente. É essa a nossa fé?

Enviar a Amigo
Imprimir
Favoritos
Homepage

Terça-Feira,07 de Fevereiro de 2012

Pesquisa

Edição n.º 4149

Content on this page requires a newer version of Adobe Flash Player.

Get Adobe Flash player

Copyright © 2010 Amigo da Verdade
Powered by Peakit