Director: Cónego Dr. Manuel Joaquim Gaeda Pinto

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Site-Sexta-Feira,02 de Julho de 2010

A messe é grande...

Jesus escolhe setenta e dois dos seus discípulos e envia-os, dois a dois, à sua frente. A missão não é exclusivamente reservada aos Doze Apóstolos. Ao lado deles, há setenta e dois que Jesus envia. Setenta e dois, segundo o Génesis, é o número das nações pagãs.

A missão visa a terra inteira, um imenso campo de acção. O sentido é claro: todo o enviado por Jesus está em missão. Quer dizer que todo o baptizado é necessariamente missionário. A vocaçao cristã é sempre uma vocação de apostolado. A missão não é apanágio de uns poucos: é uma delegação divina confiada  a toda a Igreja.
É o Senhor que designa, é Ele que envia. Envia dois a dois, porque  não é desejável que o propagandista vá sozinho. Mais que uma questão de ajuda, é uma exigência de acompanhamento. A voz do portador da Palavra não deve ser monocórdica, mas pelo menos dual, melhor, plural.
Jesus vivia rodeado de discípulos muito diferentes uns dos outros, mulheres que O seguiam, crianças que Ele acolhia. Os setenta e dois são enviados, à frente, como precursores. É por aí que Jesus deve passar. A missão não é obra nossa, mas de Deus que fala ao coração do homem.
Dois conselhos ressaltam, na proposta de Cristo. Primeiro, o convite à oração: “Pedi, rezai”. A desproporção entre a amplidão da tarefa e a fraqueza dos meios humanos é tal que a primeira coisa a fazer é pedir a Deus ajuda na oração. Como a missão é comparada a uma seara, implica antecipadamente lavra e sementeira. O missionário é, pois, ao mesmo tempo, semeador e ceifeiro..
Estejamos disponíveis para “os campos que já estão loiros para a ceifa”. Depois, a recomendação de levar bagagem leve, o mais leve possível, para estarmos constantemente disponíveis. Convém, de facto, não levar objectos inúteis, mas só o essencial: respnder às aspirações profundas dos homens, partilhar a sua vida, vivendo em comunhão com eles curar, servir a paz, anunciar Deus, o Seu amor, o Seu poder, a Sua glória.
O tempo de férias é, para muitos, tempo de disponibilidade, de encontros, de descobertas. A missãp confiada aos setente e dois discípulos é também a de cada cristão que é chamado a levar ao mundo a alegria, a esperança, a paz.A messe é grande...
Jesus escolhe setenta e dois dos seus discípulos e envia-os, dois a dois, à sua frente.
A missão não é exclusivamente reservada aos Doze Apóstolos. Ao lado deles, há setenta e dois que Jesus envia. Setenta e dois, segundo o Génesis, é o número das nações pagãs. A missão visa a terra inteira, um imenso campo de acção. O sentido é claro: todo o enviado por Jesus está em missão. Quer dizer que todo o baptizado é necessariamente missionário. A vocaçao cristã é sempre uma vocação de apostolado. A missão não é apanágio de uns poucos: é uma delegação divina confiada  a toda a Igreja.
É o Senhor que designa, é Ele que envia. Envia dois a dois, porque  não é desejável que o propagandista vá sozinho. Mais que uma questão de ajuda, é uma exigência de acompanhamento. A voz do portador da Palavra não deve ser monocórdica, mas pelo menos dual, melhor, plural.
Jesus vivia rodeado de discípulos muito diferentes uns dos outros, mulheres que O seguiam, crianças que Ele acolhia. Os setenta e dois são enviados, à frente, como precursores. É por aí que Jesus deve passar. A missão não é obra nossa, mas de Deus que fala ao coração do homem.
Dois conselhos ressaltam, na proposta de Cristo. Primeiro, o convite à oração: “Pedi, rezai”. A desproporção entre a amplidão da tarefa e a fraqueza dos meios humanos é tal que a primeira coisa a fazer é pedir a Deus ajuda na oração. Como a missão é comparada a uma seara, implica antecipadamente lavra e sementeira. O missionário é, pois, ao mesmo tempo, semeador e ceifeiro..
Estejamos disponíveis para “os campos que já estão loiros para a ceifa”. Depois, a recomendação de levar bagagem leve, o mais leve possível, para estarmos constantemente disponíveis. Convém, de facto, não levar objectos inúteis, mas só o essencial: respnder às aspirações profundas dos homens, partilhar a sua vida, vivendo em comunhão com eles curar, servir a paz, anunciar Deus, o Seu amor, o Seu poder, a Sua glória.
O tempo de férias é, para muitos, tempo de disponibilidade, de encontros, de descobertas. A missãp confiada aos setente e dois discípulos é também a de cada cristão que é chamado a levar ao mundo a alegria, a esperança, a paz.

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Terça-Feira,07 de Fevereiro de 2012

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Edição n.º 4149

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